Scarium #26

Como uma Fenix 
Cartas 

Artigos: 
Steampunk, naves de gerações e seitas - Edgar Smaniotto 
Hellboymania - Cesar Silva 

Contos: 
O Artista da Capa - Gabriel Boz 
Kaori - Entrevista 
Anuara Diva - John Dekowes 
O Imortal - Celso Santos 
Planeta Andarilho - Renato A. Azevedo 
Um Sol para contemplar - Hugo Vera 
Pássaro da Noite - Ana Cristina Rodrigues 
A Capsula do Tempo - Luiz Fernando Riesemberg 
Sonhar é Proíbido - Davi Melo 
Granizo Púrpura em Céu de Diamantes - Gabriel boz 
Guerra da Água - Miguel Carqueija 
Capa Gabriel Boz.



70 páginas
Edição 26 - Vários Autores 
Páginas: 70 
Formato: 13,5 x 20 cm 

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O Repórter e a Mercenária

J.M., um repórter que mexeu com gente graúda e teve que deixar seu mundo natal. Nas profundezas do espaço sideral ele achava que estaria seguro. Ledo engano. Felizmente, Silvana, uma mercenária sem memória em busca de seu passado e rápida no gatilho estava ao seu lado.


Ficha Técnica
O Repórter e a Mercenária
Autor: Hadrian Marius
Editora: Independente / Edição do Autor
Formato: Edição Kindle
Tamanho do arquivo: 675 KB
Número de páginas: 33 páginas

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Lançamento: Velta: A Super Detetive #01

"Velta, a super-detetive" N° 01 preocupou-se em apresentar a personagem a quem não a conhece, concentrando-se na sua origem e nos coadjuvantes da série. Por isso, os quadrinhos e os textos explicativos ilustrados seguem essa diretriz, e o melhor: diferentemente da maior parte das edições impressas, essa revista virtual é toda colorida.


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Resenha : O Apelo da Lua

O que é?
Livro de fantasia urbana escrito pela autora Patrícia Briggs publicado em Portugal pela editora Saída de Emergência e sem editora no Brasil até o momento.

Sinópse
Mercy Thompson é uma talentosa mecânica de automóveis que vive na zona de Washington. Mas ela é muito mais do que isso: também é uma metamorfa com o poder de se transformar num coiote. Como se não chegasse, o seu vizinho é um lobisomem, o seu antigo patrão um gremlin, e neste momento está a reparar a carrinha de um vampiro. Este é o mundo de Mercy Thompson, um que parece igualzinho ao nosso, mas cujas sombras estão repletas de estranhas e perigosas criaturas da noite. E se até agora Mercy sempre viveu bem nesse mundo, aproxima-se o dia em que a sua preocupação vai ser apenas sobreviver...

Comento...

Peguei esse livro para ler com certo receio; parecia mais um daqueles romances envolvendo seres sobrenaturais tão em voga depois do sucesso da saga crepúsculo. Entendam, eu não tenho nada contra, só não é o tipo de leitura que costumo ler para passar o tempo e para mim literatura é isso: passatempo e puro entretenimento.

Mas a capa me incitava a lê-lo afinal ela me apresentava uma heroína forte de determinada. Sempre fui muito mais a Bela e Fiona do que Branca de Neve e Bela adormecida. Então, incitado pela heroína da capa comecei a ler O Apelo da Lua e não me arrependi.

Patricia Briggs nos apresenta Mercy Tompson, uma mulher de temperamento forte, independente e que não tem medo de dar a sua opinião apesar da sociedade patriarcal em que foi criada. Mercy é mecânica de autos, mas a autora não deixa que pensemos que ela seja uma heroína masculinizada e sim uma mulher sensível que se compadece e se envolve nos problemas alheios.

E a autora usa essa característica para arrastar Mercy para uma história cheia de reviravoltas, assassinato, sequestro, traição, chantagem, revelações surpreendentes e final inesperado.

Narrada pela própria Mercy a história avança continuamente de forma sólida com reviravoltas no momento certo, quando a história ameaça ficar maçante, e com informações complementares sendo apresentadas somente quando necessárias e uteis para entendermos certas situações e atitudes.

Patricia Briggs nos apresenta um universo coeso onde cada grupo é bem construído e tem sua função. Seus personagens secundários não são apenas figurantes para a heroína, mas bem construídos com personalidades próprias e objetivos próprios. Ficamos com a impressão que cada um poderia ser protagonista em seu próprio livro.

Concluindo, Patricia Briggs nos brinda com uma leitura agradável e uma heroína por quem vale a pena torcer e acompanhar os passos. Entretenimento e lazer de primeira qualidade que espero que chegue ao Brasil em breve.


Ficha Técnica
O Apelo da Lua
Autor: Patricia Briggs
Editora: Saída de Emergencia / Portugal
Formato:16x23 cm
Encadernação: Brochura / capa mole
Quantidade de Páginas:288

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A Donzela e o Condenado

Uma fuga da prisão. Uma garota vendida para um bordel. Um pai desesperado e Dantas, um condenado, vê sua chance de sair da mais mortífera prisão espacial.

J.M., um repórter que mexeu com gente graúda e teve que deixar seu mundo natal. Nas profundezas do espaço sideral ele achava que estaria seguro. Ledo engano.

Era apenas mais uma viajem estelar para os livre-cambistas Larrar, Feenah e Alesia, mas um erro de calculo pos tudo a perder.

No distante e agricola Patmos a menina Elisa conhece o amor nos braços de Alexandre, um naufrago. Mas, seu mundo é ameaçado por saqueadores espaciais.

Quatro histórias ambientadas no futuro que nos mostra que não importa o tempo que passar, e a quantidades de mundos que colonizará, a humanidade nunca mudará e seguirá sempre sendo ela mesma.


Ficha Técnica
A Donzela e o Condenado e outras histórias espaciais
Autor: Hadrian Marius
Editora: Independente/Clube dos Autores
Formato: 21x14 cm
Encadernação: Brochura c/ orelha
Quantidade de páginas: 118

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Escorpião de Prata Fanarts

O Projeto FANART é  uma compilação de várias artes esparsas do personagem Escorpião de Prata. Mas, antes cabe uma definição do termo... Fanart ou fan art é uma obra de arte baseada em um personagem, fantasia, item ou história que foi criada por fãs. 



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DreamScape

Rafael é assitente em um escritorio,naverdade um escritorio diferente, atualmente nos comandos de uma garota temperamental e sem tato social ,Emilly mais conhecida como Amy. Que na ausencia de seu avô,toma conta de suas pesquisas, umas das mais importantes é uma maquina que revolucionaria a medicina psiquiatrica levando o paciente a sua zona de conforto "seus sonhos" para confortar e tratar disturbios mentais,porem a maquina ainda não esta devidamente terminada dando outras finalidades não tão Virtuosas assim.


Ficha Técnica
DreamScape.
Autor: Renata Goes
Editora: Independente/Clube dos Autores
Formato: 21x14 cm
Encadernação: Brochura c/ orelha
Quantidade de páginas: 89

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SARLACK: O Grande Dragão Verde

Bang! A porta da taverna Caneco de Pedra é aberta com um pontapé! Onerix, Jack e Lion mal sabiam que estavam prestes a embarcar na maior aventura de suas vidas ao aceitar mil moedas de ouro para enfrentar o Lich de Yhilath.

Este livro é uma homenagem satírica a todas as histórias de fantasia envolvendo elfos, orcs e dragões que se conhece, sobretudo uma grande referência aos muitos universos dos jogos de RPG como Dungeons and Dragons e World of Warcraft. 

Com um tom saudosista, o texto do livro revela uma forte inspiração em livros como Senhor dos Anéis e o Guia do Mochileiro das Galáxias. Um grande livro para os verdadeiros fãs de fantasia.


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Serpente de Fogo - Joe de Lima

Um brilho no céu... uma visão... uma profecia... Valek Clancey nasceu sobre vários sinais que previam um destino grandioso para ele. Criado por um povo guerreiro, irá partir em uma longa jornada após reencontrar sua verdadeira mãe, Liana, agora uma estranha para ele. Em meio ao choque das duas maiores nações do Mundo Antigo, Valek e Liana desafiarão seus destinos enquanto terão de lidar com o sentimento proibido que os une.


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Lançamento: Mind Machine #0

Mind Machine de Denn C. Mendes, que conta a história de Aya que, ainda criança, sofre uma tragédia em família - a morte dos pais -, tendo então devido a dor da perda um forte lapso mental, passando a inconscientemente abrir passagens do nosso mundo para outros, permitindo a entrada de seres de outros mundos e realidades para o nosso.


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Resenha: Rowan, o Guardião

O que é?
Primeiro livro de uma série de livros juvenis escrita pela autora australiana Emily Rodda e lançado no Brasil pela Editora Fundamento.

Sinopse
Os seis mais fortes e corajosos aldeões decidem desafiar os terrores desconhecidos da Montanha e descobrir o que causou a seca do único córrego da aldeia. Mas Rowan, por causa de uma brincadeira de Sheba, a feiticeira do vilarejo, é obrigado a ir com eles e se torna o indesejado sétimo membro do grupo. Ele deve descobrir a força e a coragem dentro de si, pois não tem escolha: o mapa que indica o caminho até o topo só se revela em suas mãos.

Essa perigosa jornada é a chance de Rowan sair da sombra de seu pai e ganhar o respeito do vilarejo. Mas, aterrorizado pelos perigos que poderá encontrar no caminho, Rowan nem pensa nessa possibilidade. Ele quer apenas sobreviver e salvar seu lar.

Guiados por um mapa encantado, o grupo segue pistas misteriosas. Ao longo da jornada, os aventureiros enfrentam perigos que não poderiam imaginar e são colocados frente a frente com seus piores pesadelos. Um a um, a Montanha tenta vencer todos. E apenas um deles vai ter a coragem e a inteligência para alcançar o topo e vencer o desafio final.

Comento...

Aqui como em Deltora os heróis passam por diversas provas, mas ao contrario de Deltora que dividiu os desafios em vários livros à autora colocou todos eles num mesmo livro. Imagino que Emily Rodda tenha outros planos para Rowan nos próximos livros da saga.

Assim temos uma história linear sem reviravoltas onde os desafios são apresentados e rapidamente resolvidos deixando-nos a impressão de que eles só estão ali para atrasar / impedir o avanço dos parceiros do herói para que ele chegue sozinho ao fim e cumpra sua missão. É um macete válido que é usado à exaustão nas séries de animação japonesa para garotos e, talvez por isso, passou-me a impressão de que lia / via mais do mesmo.

Claro que eu devo levar em conta que o livro foi escrito para leitores vinte e cinco anos mais jovens, pelo menos. Como escritora de livros infanto-juvenis se sai muito bem, como já provou sua série anterior: Deltora Quest.

A narrativa de Emily Rodda é limpa e direta, sem floreios, sem grandes mergulhos na psique de Rowan ou dos outros personagens grupo de aventureiros. Uma pena porque a autora construiu um grupo interessante de personagens que mereciam ser mais bem exploradas; espero que voltem nos próximos livros da série.

Assim como em Deltora a autora opta pelo foco narrativo em terceira pessoa com narrador-parcial; ou seja, o narrador está o tempo todo sobre Rowan, acompanhando seus passos e seus pensamentos, mas sem aprofunda-los muito, e conhecemos o mundo e os outros apenas pela percepção que Rowan tem deles.

É quase como uma variante do foco narrativo em primeira pessoa e assim, como esse exige certa habilidade do autor na construção da história; e não estou dizendo que Emily Rodda não tenha essa habilidade, muito pelo contrário; ela se sai muito bem no que se propõe.

Escritora habilidosa, Emily Rodda nos brinda com uma obra parecida com Deltora Quest, pelo menos em sua execução, maior sucesso da autora, que pode crescer e nos oferecer muitas surpresas nos próximos livros da saga. 




Ficha Técnica
Rowan, o Guardião - O Maior Teste de Coragem Está Começando
Autor: Emily Rodda
Editora: Fundamento
ISBN: 9788576763697
Formato: 23x15 cm
Encadernação: Brochura
Quantidade de páginas: 12o

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A Techno-Fantasy ou Fantasia Técnológica

A Tecno-Fantasy ou Fantasia Científica é um gênero misto de narrativa que contém alguns elementos de ficção científica e fantasia. Ambos os gêneros e especialmente a fantasia, são eles mesmos pobremente definidos; conseqüentemente, a fantasia científica se furta ainda mais a uma definição.

Uma definição apresentada para o gênero é que “a ficção científica faz o implausível possível, enquanto a fantasia científica faz o impossível plausível”. O sentido disso é que a ficção científica descreve coisas improváveis que podem ocorrer no mundo real sob certas circunstâncias, enquanto a fantasia científica dá um verniz de realismo a coisas que simplesmente não poderiam acontecer no mundo real, sob nenhuma circunstância.

O problema desta definição é que ela nem depende tanto do que o mundo real é na verdade (sendo o conhecimento humano do que é possível, no máximo, uma aproximação), mas de concepções locais e temporárias sobre como que o mundo real se parece. De acordo com esta definição, The World Set Free de H.G. Wells era “fantasia científica” em 1913, porque descrevia uma tecnologia não-conhecida naquela época, mas nos anos 1930, quando a fissão nuclear podia ser vislumbrada, o livro tornou-se ficção científica.

No outro lado da moeda, sob esta definição, muitas das primeiras obras de “ficção científica” como as de Jules Verne, que quando foram escritas planejavam ser extrapolações plausíveis de tecnologias existentes, podem agora serem consideradas “fantasia científica” com base em sua impossibilidade: sabe-se agora que o canhão que lançou o Columbia em Da Terra à Lua de Verne, é seguramente tão improvável em teoria quanto na prática. Todavia, ele é apresentado com o máximo de seriedade científica: afinal de contas, não há nada de fantástico com o canhão.

Outro problema é que, usando esta definição, mais da metade de todas as histórias publicadas como “ficção científica” seriam finalmente classificadas como fantasia científica, por empregar pouco mais do que palavreado para explicar aspectos cientificamente implausíveis tais como viagem-mais-rápida-do-que-a-luz, viagem no tempo e poderes paranormais como telepatia.

Para muitos usuários do termo, todavia, o estado corrente do conhecimento sobre o mundo é irrelevante.

Para eles, “fantasia científica” é ou uma história de ficção científica (entendida como se queira) que afastou-se tanto da realidade que passa a “parecer” fantasia, ou uma história de fantasia que está tentando ser ficção científica. Enquanto estas são em teoria classificáveis como abordagens diferentes e por conseguinte gêneros diferentes (ficção científica fantástica contra fantasia científica), o produto final, vez por outra, indistinguível.

O ditado de Arthur C. Clarke (“qualquer tecnologia suficientemente avançada é indistinguível da magia”) indica porque isto é assim: um autor pode escrever uma fantasia usando magia de vários tipos, e ainda assim transformar a história em ficção científica postulando alguma tecnologia altamente avançada, ou ciência ainda desconhecida mas totalmente provável, como uma explicação de como a magia pode acontecer. Outro escritor pode descrever um mundo futuro onde a tecnologia seja tão avançada que se torne invisível, e seus efeitos poderiam ser classificados como mágicos, se forem somente descritos como tais.

Logo, não há nada intrínseco sobre os efeitos descritos numa dada história que lhe diga se ela é ficção científica ou fantasia. A classificação de um efeito como “fantástico” ou “ciência-ficcional” é uma questão de convenção. Hiperespaço, máquinas do tempo e cientistas são convenções da ficção científica; tapetes voadores, amuletos mágicos e magos são alegorias da fantasia. Este é um acidente do desenvolvimento histórico do gênero. Em alguns casos, eles se sobrepõe: teleporte por um raio transmissor de matéria é ficção científica, teleporte por encantamento é fantasia. Um dispositivo portátil de camuflagem que conceda invisibilidade é ficção científica; um Anel do Poder que conceda invisibilidade é fantasia.

Comunicação entre mentes pode ser “psiônica” ou pode ser uma antiga arte élfica. O que importa não é o efeito em si mesmo (geralmente cientificamente impossível, embora nem sempre avaliado desta forma pelos autores) mas o universo maior que ele pretende evocar. Se este for de viagens espaciais e pistolas de prótons, é classificado como “ficção científica” e os termos apropriados (dispositivo de camuflagem, transmissor de matéria) são utilizados; se for de castelos, veleiros e espadas, é classificado como “fantasia”, e falaremos de anéis mágicos e viagem por encantamento.


Lançamento: A Origem de Mistério #01

Das páginas do HOMEM-CAMALEÃO, finalmente é revelada a origem de MISTÉRIO! Minissérie em 3 edições, com roteiros e argumentos de Suád e Adriano Sousa, desenhos e arte-final de Zilson Costa e cores de Lunyo A. Souza. Esta superequipe trás até você uma HQ imperdível! Confira AGORA!!!


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A Guerra dos Criativos de Alec Silva

Alec Silva de repente se vê no meio de batalhas nas quais o poder de criar confronta o de destruir, uma guerra em que Criativos, Juízes, Anjos, Lordes e criaturas oriundas dos sonhos e pesadelos se enfrentam em escalas nunca antes imaginadas.

O primeiro romance de autobiografia fantástica do autor de Zarak, o Monstrinho narra a saga do escritor em meio a um mundo sustentado pelas imaginações dos míticos Lordes, considerados deuses por muitos, enquanto uma força destruidora corrompe e almeja o poder supremo. Ajudado por Zarak e outros participantes da Guerra, Alec conhece mais sobre si e sobre um universo de ideias e sonhos, onde o equilíbrio pode ser abalado ao menor agito.

Com participações especiais de personagens de algumas obras de amigos escritores, como Phyreon (da Trilogia Legend of Raython, de Kamila Zöldyek), e dos próprios amigos, como Alfer Medeiros, Eric Musashi, Paul Law e Celly Monteiro, é uma história cheia de fantasia, aventura e drama, na qual o limite entre sonho e realidade pode ser abalado por uma simples ideia.

O convite irrecusável foi feito. Agora, resta a cada um aceitá-lo e participar do jogo, A Guerra dos Criativos mais mortal que já aconteceu no universo.


Ficha Técnica
A Guerra dos Criativos.
Autor: Alec Silva
Editora: Independente/Liro
Formato: 21x14 cm
Encadernação: Brochura
Quantidade de páginas: 414
Ilustração de capa:  Kamila Zöldyek
Ilustrações Internas: Celly Monteiro, Jorge Rafael, Kamila Zöldyek e Alec Silva

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