Lançamentos HQNADO



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Baldios #00



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Hadrian Marius: Finalmente saiu a edição zero do Baldios e de quebra inaugurei minha página de Webcomcs! Agora realmente podemos dizer que ele está no gibi. E não se esqueçam de comentar, ok?

Artemis

Célio Cardoso apresenta Artemis, uma aventura com começo, meio e fim, apresentando a guerreira de mesmo nome, sempre abusando de ângulos para deixar suas personagens sempre em poses sexys.
Para quem não conhece, Célio Cardoso é um artista brasileiro que além de um traço magnífico, principalmente para desenhar mulheres, possui uma mão mágica na hora de colocar cores em seus desenhos.


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Coração de Jade

Coração de Jade conta as aventuras da jovem e obstina princesa Otsu e seu fiel "guarda costas", o monge Wan, na busca do lendário Coração de Jade. Juntos eles enfrentarão inimagináveis desafios, na busca do artefato capaz de reviver o Deus Dragão. Em um mundo medieval repleto de monstros, magia e aventura, Otsu e Wan enfrentarão sem medo e com uma ótima pitada de humor os desafios a sua frente.



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Feliz Natal!

O Cristo, este momento maior da História, é o primeiro Deus que aparece como uma criança. Nós o vemos bebê, nos braços de sua mãe. Nem Zeus, nem Atena, foram bebê. Atena saiu armada da cabeça de Zeus. Jesus nasce de Maria, inocente e nu como uma criança. Maria o amamenta em seu seio. Ele é o filho do Pai, o filho de Deus esperado como um Salvador por João Batista, mas ele é vulnerável como um homem. Ele pode sofrer e morrer.

Ele é o único Deus que podemos descrever fisicamente, porque milhares de homens e mulheres da Galiléia e da Judéia o viram, falaram com ele. Eles conservaram, quando de seu suplício, seus traços em um sudário, o famoso sudário de Turim, cuja legitimidade é, sem dúvida, seriamente contestada. Não importa, cada um pode descrever os traços deste homem jovem, magro e barbudo, de olhos ardentes, de palavras convincentes, representado sob uma forma praticamente única em toda a iconografia.

O menino Jesus torna os deuses romanos insignificantes. Não porque são múltiplos e ele somente um. Mas porque esses deuses de pedra são imagens, ídolos que confirmam um poder sem dar nenhum reconhecimento aos indivíduos. Roma aceita e tolera todos os deuses. Em cada cidade do mundo romano, os deuses estrangeiros figuram nos santuários em igualdade de tratamento. O dos cristãos é inadmissível, pois ele é único e condena todos os deuses-estátua à destruição, incluindo Augusto e Roma.

O antes é o bloco imperial augusto e marmóreo do Império Romano que domina inteiramente o mundo conhecido e O depois é o nascimento do indivíduo como valor universal, livre, igual a seus irmãos, adorador de um Deus único, de um Deus de amor gerado por uma mulher.

Frágil é o poder marmóreo de Roma. Mesmo se ele é universal. Frágil, porque Jesus, filho do Pai e animado pelo Espírito Santo, é um homem entre os homens, que dá a seus irmãos a louca esperança de igualdade. Nada de escravos. Um homem é um homem, feito para a liberdade.

Em cada homem existe a imagem de Deus. É preciso reconhecê-lo como tal. Podemos destruí-lo, não humilhá-lo; torturá-lo, mas não negá-lo. Como o Cristo, ele tira sua força de sua solidão, porque nesta brilha, pela primeira vez na história, o indivíduo. Mais forte é a consciência do que as forças que o atormentam.




Editora Abril lança novos gibis Nacionais

GEMINI 8, GAROTO VIVO e UFFO são os três títulos nacionais que a Abril lança no final deste mês. Cada gibi terá 36 páginas coloridas e inéditas, em formatinho, por apenas R$ 1,95 cada. GEMINI 8 é uma criação da TV PinGuim (Peixonauta). Os outros dois foram os vencedores do 1º Prêmio Abril de Personagens. UFFO, sigla para Uma Família Fora de Órbita, é uma criação de Lucas Lima (pai de Nicolau, personagem de tiras de jornais do interior de São Paulo). E GAROTO VIVO veio da produtora Triboulet (experiente em animações para comerciais)


Fonte:EditoraEMT

Cover

Cover trás a história de Will Banks, que ao ser despedido de seu emprego, viu-se em uma grande maré de azar e achava que as coisas não poderiam piorar, até que ele foi usado como cobaia contra sua vontade para usar um novo tipo de tecido que tomou conta de si o fazendo fazer coisas que ele nunca poderia fazer. Agora Will conhecido como Cover tem que encontrar a pessoa que fez isso a ele e faze-lo pagar !


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Bolacha e Azeitona: Cotas para Gibis?

Azeitona: O que você acha de cotas para gibis nacionais?

Bolacha: Como assim?

Azeitona: No blog do Joe de Lima tem um artigo sobre o assunto. Em resumo, é uma lei obrigarias as editoras de quadrinhos a reservar 20% da sua linha para HQs made in brazil. Já faz algum tempo que ela tramita pelo Congresso.

Bolacha: Hum... Acho que me lembro do artigo. Mas eu acho que o correto seria reserva de mercado, não? E você, o que acha?

Azeitona: Sou contra, totalmente contra.

Bolacha: Por quê?

Azeitona: Ora, é obvio. Correríamos o risco de vermos uma enxurrada de HQs sem qualidade, produzidas a baixo custo, apenas para cumprir as cotas. Por isso, eu não vejo a lei de cotas como a solução para se criar uma nova cultura de quadrinhos brazucas. Afinal, uma revista em quadrinhos deve conquistar seu espaço nas bancas pela qualidade, e não por força de alguma lei.

Bolacha: Cê tá citando o Joe.

Azeitona: He, he...

Bolacha: Se é assim, então imagino que pense que a melhor solução seria incentivos fiscais ou projetos e leis como o ProAc e a Lei Rouanet?

Azeitona: Exatamente.

Bolacha: O que é o ProAc?

Azeitona: Hã? É um programa da Secretaria de Estado da Cultura que visa apoiar e patrocinar a renovação, o intercâmbio, a divulgação e a produção artística e cultural no Estado. Assim está no site da Secretaria.

Bolacha: Já que você está vendo o site me diga como a gente participa dele.

Azeitona: Existem duas formas: Por meio da seleção pública de projetos cuja premiação é proveniente de recursos orçamentários da Secretaria de Estado da Cultura. E apoio por meio de patrocínio de contribuintes habilitados do ICMS a projetos previamente aprovados pela Secretaria de Estado da Cultura.

Bolacha: O que essa duas formas de participação têm em comum?

Azeitona: Hum... Os projetos precisam ser aprovados pela Secretaria da Cultura e eu não sei aonde você quer chegar.

Bolacha: Diga-me qual destes dois tem mais chance de ser aprovado pela Secretaria da Cultura: o primeiro volume de Dragon Ball ou uma edição do Sesinho sobre reciclagem?

Azeitona: O do Sesinho. E antes que você me pergunte respondo: Porque o do Sesinho é cultural, didático mesmo, ao contrario do DB, que é puro entretenimento.

Bolacha: Uma banca avaliadora formada por pedagogos, professores e artistas poderia considerar DB inadequado para crianças porque ensinaria maus hábitos. Não concorda?

Azeitona: Você tem razão. Um quadrinho verdadeiramente comercial jamais passaria por uma bancada dessas.

Bolacha: Agora vamos dar uma olhada na Lei Rouanet.

Azeitona: De acordo com a Wikipedia a Lei Rouanet é a política de incentivos fiscais que possibilita as empresas e cidadãos aplicarem uma parte do IR devido em ações culturais. Pois com o patrocínio além de fomentar a cultura, valoriza a marca das empresas junto ao público.

Bolacha: Em outras palavras: Toriyama leva o seu DB para a empresa XX. O empresário, de olho na Lei Rouanet aceita patrocinar o gibi. Poe alguns milhares de reais nas mãos do quadrinhista, dá-lhe um folder de propaganda para botar na quarta capa e, feliz da vida, faz o abatimento do IR. Enquanto isso Toriyama se vê com a grana na mão, mas nenhum suporte para publicar, porque para o empresário não importa se ele vai publicar ou não, seu abatimento já foi feito e que a Receita Federal se vire pra fiscalizar se Toriyama não vai desviar essa grana.

Azeitona: Pensando bem, ouvi histórias de gente que pegou dinheiro da Lei Rouanet pra fazer filme e, até hoje, esse filme não apareceu. Mas, então, você apóia a lei de cotas, digo, reserva de mercado?

Bolacha: Sim!

Azeitona: Uau! Essa foi rápida. Então me diga por que, já que você sempre foi contra cotas?

Bolacha: Pois bem. Seu principal argumento contra a Reserva de Mercado é o risco de vermos uma enxurrada de HQs sem qualidade, mas ele não é válido. Editoras são empresas que visam o lucro e sobrevivem apenas se o obtiverem. Perceba que, ao contrario do ProAc e da Lei Rouanet, todos os custos sobre acabamento, impressão, distribuição, salário de roteiristas e artistas ficaria a cargo dela. Não haveria nenhum incentivo fiscal. Se ela lançasse títulos “feitos nas coxas” apenas para cumprir a lei ela terminaria com estes títulos encalhados e sua falência estaria decretada.

Azeitona: Isso é verdade...

Bolacha: Vamos comparar. Para sua obra ser patrocinada pelo ProAc ela tem que agradar a banca julgadora e não o publico. Se agradar a banca seu gibi já tá publicado, e a opinião do leitor não fará diferença nenhuma.

Azeitona: E um título didático tem mais chances de agradar uma banca dessas. Didático é igual a chato. Bleargh!!

Bolacha: O editor avaliaria acima de tudo se o projeto seria vendável. Para ele não importa se é didático ou não, o que importa é o retorno financeiro. Se ele não é interessante para o publico não é interessante para o editor / editora. Obra comercial é a palavra chave aqui.

Azeitona: E a Lei Rouanet, na pratica, é quase como se fosse uma edição do autor. Você pega o dinheiro e manda publicar e depois, se tudo ficar encalhado em sua casa, porque não conseguiu distribuir, o problema é seu.

Bolacha: Sendo assim, não acha que Dragon Ball teria mais chances de ser publicado num Sistema de Reserva de Mercado?

Azeitona: Realmente...

Bolacha: Não é a falta de qualidade que impede as grandes editoras de publicarem quadrinhos nacionais, mas o estigma de que “Quadrinho Nacional não vende”. Só que ao ter 20% de seus títulos comprometidos com gibis nacionais elas terão que fazer o “Quadrinho Nacional Vender”, sob pena de terem prejuízo. Algo inadmissível para uma empresa.

Azeitona: Se não me engano a França tem Reserva de Mercado para Quadrinhos Franceses...

Bolacha: E não podemos dizer que os quadrinhos franceses sejam “feitos nas coxas”, né?

Panini anuncia seis novos títulos para 2012

Após diversas alterações no procedimento da Editora Panini, incluindo na forma de contato com seus leitores e um checklist mais preciso, agora a editora anuncia seus lançamentos para o próximo ano e demonstra com eles que pretende resgastar alguns fãs carentes.

Os títulos anunciados foram One Piece, Dragon Ball, Monster, 20th Century Boys, Kuroshitsuji e Mad love Chase.

One Piece irá começar a ser (re)publicado por aqui à partir de janeiro, em duas frentes. Em uma delas será publicado mensalmente desde o início, e em paralelo, continuará bimestralmente à partir do ponto que a Editora Conrad parou (edição 35). Ambos em formato tankohon e pelo valor de R$10,90.

Monster e 20th Century Boys, ambas obras reconhecidas internacionalmente do mangaká Naoki Urasawa trazem uma nova esperança aos fãs brasileiros, pois Monster, antes publicado também pela editora Conrad, possuía uma pecularidade em seu contrato (assim como todas as outras obras de Urasawa), que caso não fosse publicado a obra na íntegra, nenhum outro mangá do autor poderia ser publicada no país.

Nenhum outro detalhe sobre o formato ou valor desses mangás



Visto no www.animepro.com.br