Águia de Bronze

Kayla é uma patrulheira do Império Intergaláctico Shylon que veio a Terra no encalço de 12 poderosos aliens conhecidos como Titans, fugitivos de uma prisão nos confins do universo. Kayla deve se misturar entre os humanos. Disfarçada sobre a identidade de Sophia Áquila, uma jovem universitária, ela trava perigosas batalhas contra os Titans. Mas ela é surpreendida ao ser aclamada como heroína por toda uma cidade. Começa aí a saga de Águia de Bronze. Aventura, suspense, humor e muita ação!



Clique na Imagem para Acessar e Ler!

Lançamento Mundo HQB



Clique na Imagem para Saber Mais!

Bolacha e Azeitona: A Falta de Vilões.

Azeitona: Vilões!!

Bolacha: O quê?!

Azeitona: Os vilões são o problema dos super-heróis brasileiros. Ou melhor, a falta deles.

Bolacha: Acho que já tivemos essa conversa.

Azeitona: Não, antes dizíamos que um super-herói só poderia existir num mundo habitado por outros superseres.

Bolacha: Que todo herói precisa de um grande vilão. Os heróis nacionais não têm vilões à altura é isso que você quer dizer?

Azeitona: Nem ao menos eles têm “vilões”.

Bolacha: A não ser que você considere “delinqüentes” vilões, há,há! Realmente, to cansado de ver mascarado impedindo assalto a banco ou salvando a mocinha em perigo da vez.

Azeitona: O problema é que o cara cria o herói e depois não sabe o que fazer com ele.

Bolacha: Então parte para o argumento mais simples. Acaba se esquecendo do principio de que “um super-herói só pode existir num mundo habitado por outros superseres”. Mas, o que é um vilão?

Azeitona: A resposta simples seria: o antagonista do herói, aquele que se interpõe no caminho do herói impedindo-o de alcançar seu objetivo. Mas o vilão também deve ser o oposto do herói, se não for ideologicamente que seja na maneira de vestir.

Bolacha: Acho que ai está mais para arquiinimigo do que vilão regular. Algo como Batman e Coringa.

Azeitona: Verdade. Batman é um ser obcecado pela ordem. O Coringa é o caos. Batman anda na corda bamba entre a sanidade e a loucura. Coringa já foi engolido pela loucura. Eles são opostos como a noite e o dia, e um não existiria se não existisse o outro.

Bolacha: Lembro que no filme eles surgiam ao mesmo tempo. Se, não me engano, um era o responsável surgimento do outro. Interessante também que Batman, o herói, usa um uniforme preto e tem aparência assustadora e que o Coringa, o vilão, se veste de palhaço, que é sinônimo de alegria. Aqui há uma verdadeira inversão de estereótipos visuais.

Azeitona: Admito que não tinha reparado nesse detalhe.

Bolacha: Cê me deve uma! Parece simples: cria-se o herói e seu antagonista poderoso a ser vencido, mas, então, porque os criadores nacionais não fazem?

Azeitona: Porque atacam o problema de maneira errada. Eles começam pelo herói e então criam situações onde este herói ira agir. E lá vai ele salvar uma mocinha em perigo num beco.

Bolacha: Se os perseguidores ao menos fossem vampiros ou zumbis, seriam adversários a altura. Mas, entendo que deve ser difícil bolar argumentos para seres poderosos.

Azeitona: Para evitar isso, deveriam começar pelo vilão. Cria-se o vilão, seus objetivos, asseclas e talz. Só depois se criaria o herói para se opor aos planos do vilão.

Bolacha: Ai ficaria tipo: o vilão cria um plano mirabolante para conquistar a cidade e o herói descobre e tenta impedi-lo. Uma premissa simples, mas que funciona e possibilitaria os elementos necessários para uma boa HQ de super.

Azeitona: É como você disse. Simples, mas que funciona perfeitamente bem!

Webcomics: Les 3 Mousquetaires

Quem são eles!? São três vampirinhos que formam uma banda de punk/rock e em meio a muitas confusões tentam levar a banda “Les 3 Mousquetaires” a diante!
Conheça Philippe, Alan e Lilou! Três grandes amigos que irão viver mil e uma situações entre manter a banda, esconder a identidade vampirica, paixões, brigas e muita, muita confusão!


Clique na Imagem para Acessar!

Elementos Fundamentais de uma História

Características básicas de formação de uma narrativa

Por Sandro Massarani

Para um melhor entendimento, não deixe de ler depois o básico da Estrutura da História e observar a Ficha de uma História.

Logicamente, seria muita ingenuidade acreditarmos que há regras fixas e imutáveis para a criação de uma boa história. Por mais que diversos estudiosos tenham estipulado várias teorias e guias práticos, cada indivíduo tem preferências e prioridades distintas. Porém, isso não impede o estabelecimento de alguns parâmetros que busquem tornar a narrativa eficiente, de forma que se sustente sozinha, e mesmo que não seja de total agrado, seja reconhecida como uma obra bem feita.

Busco aqui neste espaço expor de maneira superficial, caso contrário precisaria de um livro, os elementos cruciais que merecem maior atenção na criação de uma narrativa. Mostrarei aqui apenas o básico, o mínimo necessário, o ponto de partida.

Podemos resumir uma história em apenas uma palavra:

BUSCA.

Toda história possui um ou mais personagens que tem como objetivo buscar algo. É a essência da narrativa, e não somente na literatura, mas também no cinema, nos quadrinhos, no teatro, e até nos videogames.

***

James Scott Bell afirma que para montarmos um bom enredo precisamos desenvolver quatro elementos:

Lead - Personagem Principal.

Objective - Objetivo do personagem.

Conflict - Conflitos e obstáculos que o personagem enfrenta. Prefiro chamar de oposição.

Knockout Ending - Um final impactante para a história. Acredito que não deva ser somente impactante, mas também coerente. Prefiro a idéia de final memorável, pois nem sempre um final de qualidade precisa ser impactante.

Juntando a primeira letra de cada elemento, formamos a palavra LOCK, que é o nome utilizado por Bell.

Ao utilizarmos a idéia inicial central da busca com o sistema LOCK, podemos obter algo ainda melhor como definição básica de uma história:

Alguém deseja alcançar um objetivo mas deve vencer uma oposição para consegui-lo.

Acredito que podemos resumir praticamente todas as histórias com a frase acima. James Hudnall vai além e simplesmente nos fornece a seguinte fórmula:

A>B

"A" quer "C" mas "B" está no caminho. A é o personagem principal. B é o conflito/oposição. C é o objetivo (amor de alguém, um anel, destruir algo, etc.).

Portanto, toda história tem um enredo (Plot). E esse enredo é sobre um personagem principal, que tem um objetivo, algo crucial para o seu bem-estar. A maior parte do enredo se dá nos conflitos com a oposição, uma série de batalhas para a conquista do objetivo. Se a história não respeita esse conceito básico, vai ser muito difícil que ela agrade o público, a não ser que seja vontade do autor buscar algo revolucionário, o que está cada vez mais difícil na época pós-moderna dos dias atuais.

***

Analisarei abaixo cada elemento fundamental no processo de criação de uma história.

1. Personagem Principal

A história pode ter diversos personagens importantes, mas a não ser que seja um Tolkien ou um Tarantino, uma boa história estabelece claramente um personagem principal, que será o agente primário da narrativa.

Tanto o objetivo quanto o conflito da história devem girar em torno desse personagem. Não cabe nesse artigo discursar sobre a criação de personagens (para um aprofundamento sobre a criação de personagens clique aqui), mas é fundamental que o personagem principal provoque empatia na audiência, ou seja, que os leitores/espectadores torçam e se importem com ele. Vejam bem que empatia não é o mesmo que simpatia. Podemos ter um personagem simpático que não desperte emoções e cujo destino seja para a audiência indiferente.

Como cada personagem responde a cada conflito é o que definirá ele para a audiência. Se houver muita discórdia em relação as escolhas que um personagem faz, haverá opiniões negativas em relação a esse personagem. Se houver maior identificação com as escolhas de determinado personagem, ele ganhará o apoio da audiência e o autor terá maior controle da situação.

Vejam bem que isso não significa que os personagens tenham que fazer ações previsíveis, e sim que sejam ações coerentes com suas personalidades. Um determinado espectador por exemplo poderia nunca se sacrificar por alguém desconhecido, mas reconhece o valor desta ação e se identifica com o personagem que a realiza.

Todos nós somos definidos pelas escolhas que fazemos. Seja de roupas, comida, programas de televisão, caráter. E os outros formam opiniões boas ou más sobre nós baseados nessas escolhas. Ocorre o mesmo com os personagens criados em uma história.

2. Objetivo

O que o personagem principal busca? Um objeto? Amor? Paz? Emprego? Respeito próprio? Definição da sua sexualidade?

Reparem que o objetivo não precisa ser algum objeto físico. Geralmente em obras mais complexas (chamadas por mim de "artísticas"), o objetivo é a busca de algo no interior desse personagem. Já em obras mais comerciais é típico um objetivo mais tangível e visível para a audiência.

É fundamental que o objetivo do personagem seja de extrema importância para sua vida, caso contrário a história não se sustentará. Se não for algo crucial para sua existência e felicidade, não valerá a pena lutar por ele. E se o personagem não luta pelo objetivo, não temos história.

3. Oposição

Aqui a velha máxima se aplica. O herói é tão bom quanto seu vilão. Então uma boa obra precisa ter intensos conflitos e uma oposição de valor. O personagem principal não deve atingir seu objetivo facilmente, e algumas vezes ele pode nem isso conseguir.

A oposição não precisa vir de um único vilão humano. Pode ser a natureza (como faz Stephen King), ou pode simplesmente ser um pesado conflito interior (assumir ou não assumir a homossexualidade, aceitar ou não a perda de um filho, etc.). A oposição também pode ser um grupo, como o governo, ou o exército. Se escolher um grupo como oposição, faça com que esse grupo seja representado por um personagem, para dar maior foco a trama.

O mais importante é que o personagem tenha que se esforçar ao máximo para vencer os obstáculos, e que esses obstáculos fiquem cada vez mais intensos ao longo da história (princípio da Ação Crescente ou Rising Action). Na verdade, é muito comum histórias onde o personagem principal esteja praticamente derrotado até a reviravolta final, quando vence buscando aquela última energia.

Assim como para o personagem o objetivo a ser alcançado é fundamental para sua vida, o mesmo ocorre com a oposição. Os conflitos devem ser lógicos e com motivações racionais.

4. Final Memorável

O final da história é praticamente a última sensação que a audiência carrega da obra. Portanto, um bom final pode às vezes compensar uma história fraca, e um final ruim pode destruir uma bem construída narrativa.

Um final memorável não significa um final absurdo nem irreal. Significa simplesmente um final que agrade e ao mesmo tempo surpreenda de maneira satisfatória a audiência. Aliás, nem todos os finais memoráveis são impactantes. Alguns autores acabam inventando finais exagerados com a preocupação de evitar a sensação de repetição. Mas a repetição sempre vai acontecer, já que existem milhares de obras já feitas. O ideal é modificar um pouco o cliché, de maneira que seja criado um final instigante e ao mesmo tempo coerente. Às vezes é melhor a obra ter um final comum do que uma invenção sem coerência, o que é falta de respeito com o espectador/leitor.

Um bom final também deve responder todas as questões levantadas ao longo da trama, a não ser que seja vontade do autor manter a dúvida, o que requer muita habilidade, já que é difícil saber qual dúvida ao não ser respondida contribui para a melhor qualidade da obra.

5. Tema (Moral)

Ao chegarmos no final da obra, o leitor/espectador espera obter alguma mensagem mais profunda, que represente todo o contexto do que ele acabou de presenciar. Toda história tem uma moral ou tema por trás de si, mas o escritor deve tomar muito cuidado ao estabelecer a forma de transmissão dessa mensagem para a audiência.

Vamos supor que a história tenha como base a ascensão de um personagem pobre ao poder, como visto inúmeras vezes. Ao querer o poder a qualquer custo, esse personagem acaba ficando desvirtuado, seu caráter alterado, e no fim das contas, ao obter o poder, ele acaba isolado e desprezado. O tema é bem claro: o poder corrompe. Porém, o escritor não deve ficar todo o tempo impondo esse tema, essa moral, para a audiência. O tema deve se desenrolar de maneira gradativa e delicada. Não se deve colocar um personagem gritando o tempo todo: "Viu? O poder corrompe." Isso é forçar o tema pela garganta e boa vontade de quem está apreciando a história.

Busque sempre qual será a Moral de sua narrativa. O que você quer passar para a audiência quando ela der aquele último suspiro após o fim de um filme ou livro.

***

Exercícios

Pegue uma obra, tanto faz a origem (cinema, quadrinhos, etc.), e identifique nela:

- Personagem Principal

- Personagens Secundários

- Objetivo do Personagem Principal

- Objetivo de cada Personagem Secundário

- Oposição ao Personagem Principal

- Qual o seu Tema (Moral) ?

Responda a seguinte pergunta:

- O final foi memorável? Me agradou e ao mesmo tempo me surpreendeu? Foi coerente com o restante da história? Respondeu a todas as perguntas?

Conclusão

Estes são os elementos fundamentais presentes na base de construção de uma história. Com certeza é necessário o aprofundamento desses tópicos, mas já com esse limitado conhecimento torna-se possível uma análise mais científica por parte do estudioso e um maior entendimento do que significa criar e julgar uma narrativa consistente.


Visto no Além do Cotidiano

Nucleo Quadrinhos - O Retorno!

Sejam bem vindos novamente ao melhor site de quadrinhos online do Brasil! Claro, nunca fomos nem citados em nenhuma dessas premiações especiais para quadrinhos e quadrinistas nacionais, mas ainda assim SOMOS!

Pra marcar o retorno da Núcleo Quadrinhos, nada como lançar material de um autor que mora bem próximo da sede da NHQ, daqui de Santa Bárbara d'Oeste, interior de São Paulo: Confanico, o Samurai!

Muita ação e humor na pitada certa e provando o grande valor dos barbarenses no meio independente, vai ai uma webcomic com 77 páginas! Isso mesmo, 77 páginas!


Clique na Imagem para Acessar!

KOMIX - Quadrinhos Independentes

KomiX é um grupo formado por jovens para produzir estudos e quadrinhos independentes. Elaboramos informações para o publico, no intuito de melhor compreensão deste universo, e abrimos espaço para jovens produtores de material que não possuem meios de divulgá-los. O site engloba os diversos tipos de quadrinhos independentes, seja mangá, comics, graphics novels etc.


Clique na Imagem para Acessar!

Webcomics: Felino Selvagem 01

No ano de 2011, o Brasil encontra-se em um caos total, mas nem tudo está perdido, pois surge um Super-Herói, meio homem, meio fera, disposto a lutar por um único ideal: justiça!

Segue abaixo o link para download da primeira edição da HQ do Felino Selvagem, o mais novo Super-Herói Brasileiro!

Clique na Imagem para baixar!

O Mais Novo Heroi Nacional

Diretamente do Hero Factory apresento-lhes o mais novo herói nacional... BALDIOS (finalmente nomeado, ufa!)


EDIT 1: Olha a ficha técnica de nosso de herói "Sem Nome" ai embaixo:

EDIT 2: Finalmente, "O NOME" foi escolhido. Vamos aos ajustes necessários na ficha.

NOME VERDADEIRO: Baldios Balkan

OCUPAÇÃO: guarda-costas.

CONHECIDOS: Bala Balkan (irmã menor). Prof Durhan (mentor), Ellen Assis (amiga).

GRUPO A QUE É FILIADO: Nenhum.

BASE DE OPERAÇÕES: Rotativo

ALTURA: 1,80 m

PESO: 90 kg

PODERES E ARMAS: Baldios é um "supersoldado" e possui um "cinturão atomico" que, além do poder de voar, o protege de ataques balísticos e energéticos.

HISTÓRICO: Retirado das ruas pelo Professor Durhan com a promessa de que este curaria a doença de Balla, Baldios aceita ser exaustivamente treinado nas artes do combate com o único objetivo de combater o CARTEL e sua CIENCIA MALIGNA.

PRINCIPAL INIMIGO: CARTEL DURWIN - O Cartel ambiciona dominar o mundo com um exercito de aberrações para-humanas geneticamente modificadas totalmente obedientes a seu líder: Dr Durwin.

The Hero Factory: Crie seu super-herói online

The Hero Factory é uma divertida ferramenta para criar e personalizar seus super-heróis online. Selecione o sexo, uniforme, superpoderes, etc.

Para Acessar Clique na Imagem!

O Poderoso Maximus

Alan Yango está lançando a revista do Poderoso Maximus. Esforçado e apaixonado por seu personagem, o roteirista e desenhista vem sempre mostrando que pode produzir boas HQs de herói. O pouco que li dele eu gostei bastante.
Bom, O Poderoso Maximus tem 24 páginas, formato 15,5 x 22 cm, capa colorida e miolo preto e branco. Custa R$ 5,00 contos com as despesas inclusas. Bom, bonito e na faixa. Os textos são de Yango e Diogo TC .
A arte ficou por uma porrada de gente boa. Segue: André Luis Ciderfao, Emmanuel Thomaz e Sebastião Seabra e Alan Patrick. Para pedir a revista mande e-mail para este endereço: alanyango@gmail.com e para conhecer mais do trabalho do cara clique na imagem abaixo:


Lançamentos HQNADO



Clique na Imagem para Acessar!

Meu Destino Sou Eu


"Quem sou eu?
Como posso identificar em mim aquilo que eu sou de verdade e aquilo que querem que eu seja?
Em que momento deixo de existir na minha essência e passo a ser aquilo que moldaram?
Quem nasci?
Quem sou?
Quem quero ser?
Até que ponto não sou o que me forçaram ser?
Apenas sombra de todos os que me influenciam?
Até que ponto não sou produto daquilo que o dinheiro pode comprar?
Quantas capas tenho que despir até poder me reconhecer?
Quem é esta pessoa que o espelho reflete?
Quantas caras, quantas bocas possuo?
Quem sou eu afinal?"

- Meu Destino Sou Eu
Sonia Salerno Forjaz
pág. 11

Iniciando as Atividades!


Sejam Bem-vindos ao meu novo Blog!

Lançamento Mundo HQB




Clique nas Imagens para Acessar!