Curtas, Notas e Afins – A Missão...

- Véspera de Feriado Municipal – Consciência Negra – aliás, que raio de feriado é esse que cai no sábado? Minha intenção era fazer um post deste por semana, mas fazemos planos e o destino ri deles. Mas, enfim...

- O quadrinhista mineiro Wellington Santos, autor das HQs do herói urbano Vulto, concede entrevista exclusiva para o Impulso HQ e fala sobre sua trajetória, o mercado de quadrinhos e futuros projetos. Alias o Impulso HQ é um dos melhores sobre gibis que conheço, vale a pena acompanhar.

- Já que estamos indicando sites, aqui vai mais um: Maximum Cosmo onde Alexandre Lancaster, diariamente discute o cenário dos mangás e seu reflexo pelo mundo. Site indispensável para se descobrir que mangá é muito mais que olhos grandes e boca pequena. O cara indica obras fabulosas que devem ser lidas por todos os amantes do bom quadrinho. Também há uma entrevista dele no Ambrosia. Confiram!

- O Interstella RPG está convidando escritores para colaborarem para mais um numero do e-book gratuito “Crônicas da Dispersão, com histórias ambientadas no cenário. Os interessados é só entrarem no site e verem como participar. Vale a Pena!

- Falando em contos. Semana que vem teremos mais um capitulo da “Ultima Batalha em Brumus”. A capitã Julia Parlino ficara frente a frente com seu suposto inimigo. Alias, obrigado a todos pela ótima recepção da fanfic. Um agradecimento especial ao Joe de Lima por ter comentado, valeu Joe!

- Conforme vou postanto os capítulos do UBB já estou preparando a próxima leva de contos que o substituíra. Finalmente irei lançar meu universo de heróis, o ParaVerso e vocês nunca viram nada igual. Uma coisa totalmente nova, inovadora e diferente. Brincadeira gente! Só prometo tentar fazer algo legal. O primeiro conto já está na fase de correção.

- E falando em universos de heróis o Núcleo Quadrinhos vem publicando o novo universo de heróis da Excelsior Quadrinhos. Dois, dos três números lançados trazem heróis já conhecido deste que vos fala.

- Rasga-Mortalha: simpatizo-me com a personagem – o típico vigilante noturno urbano no melhor estilo Batman, mas bem que podiam ter escrito uma história nova pra ela. Esta mesma aventura foi publicada na HQNADO 05 – não lembro se em cores ou P&B. Carlos Henry usou o clichê usado ad nausem pelos roteiristas nacionais; A vitima indefesa encurralada num beco – pelo menos aqui não era o velho mulher sozinha vs estupradores. Ele intercala a ação com cenas do passado de Rasga-Mortalha, que supostamente deveriam explicar os motivos que a levaram a ser uma vigilantes, assim imagino eu. Mas esse recurso só deixa a história truncada e não leva a lugar nenhum porque os flashbacks são irrelevantes para a história e para o leitor.

- Panteão: outra história reaproveitada do site HQNADO escrita por Carlos Henry que até agora não se mostrou capaz de escrever HQs de super-heróis. Sinto muito cara!

- Alma: história inédita, acho, de Alexandre Lobão e Carlos Henry. Começamos com uma igreja em cima de vários prédios e um padre tendo pesadelos que devem nos mostrar cenas de sua vida passada. Depois já somos apresentados a sua forma heróica e então vem a decepção: nosso herói das trevas vai lutar contra um bando de ladrões de banco sem poderes nenhum. Qualé gente custa criar vilões decentes para seus heróis? A intenção aqui foi criar um personagem que fica filosofando consigo mesmo. Infelizmente temos conversa demais e ação de menos.

- O primeiro numero de um gibi deve trazer a origem de seus personagens – ou como se juntaram no caso de um grupo – e nem Rasga-Mortalha, Panteão e Alma fazem isso. Peguemos a estrutura dos três atos, o numero 1 corresponderia ao 1º Ato: Apresentação do personagem e seu mundo ordinário, apresentar o incidente motivador – geralmente o aparecimento do vilão , estabelecer a situação e o conflito, por fim concluir a história ou proporcionar um gancho para o 2º numero. Pegue qualquer mangá e leia a primeira história e verá o que digo.

- Outro problema, talvez o mais importante de todos é “Queremos trazer este tipo de HQ de super-herói de volta em HQs curtas de 10 à 12 páginas no máximo (...)”, vi muitos bons argumentos se tornarem péssimas histórias por causa dessa limitação insana. Porque insana? A segunda parte da frase nos dá a resposta: “(...), não se precisa de 22 páginas pra contar uma boa HQ, (...) Leiam Miracleman e Capitão Bretanha, dos ingleses e saberão o que digo.”, a pergunta aqui é: quem são os roteiristas de Miracleman e Capitão Bretanha mesmo? Se alguém aqui se julga no mesmo nível deles é melhor descer da mesa.

- Alias, se quiserem ver uma HQ de dez paginas que cumpre a missão da primeira história/primeiro numero de forma primorosa leiam Almanaque Meteoro de Roberto Guedes. Em dez paginas ele nos apresentou o personagem, o mundo ordinário, a origem de seus poderes e o vilão. Tudo de forma fluida e não forçada ou truncada.

- É, falei muita bobagem! Num esquentem, minha opinião vale tanto quanto a de qualquer um! É isso, fui!

- Atualizando: Tenho tweeter - acabei de fazer: http://twitter.com/admarius

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