Uchuu no Stelvia


Uchu no Stellvia


"Tudo se dá inicio em 2176 D.C, ano em que a explosão de uma estrela a poucos anos luz do sistema solar emitiu uma enorme onda eletromagnética, causando graves danos à Terra... Assim, 180 anos depois, estações espaciais chamadas de "Foundations" foram colocadas na Terra, Venus, Marte, Jupiter e Saturno, cada uma sendo parte do "Great Mission", para proteger nosso sistema solar dos efeitos da onda eletromagnética e desses fragmentos estrelares.
A história se desenrola em Stellvia, na base Foundation que fica na Terra, onde Shima Katase, uma jovem com grandes desejos de conhecer o espaço, começa seu treinamento como piloto"
(Fonte: Animeblade).

Terminei de assistir Stellvia por estes dias e apesar do inicio lento a série toma ritmo e avança de forma consistente até o final. Stellvia é uma série com bons personagens, caracter designer bonito - seja dos personagens seja das naves - e que acabou se tornando um grata surpresa para mim.

Então, apesar de saber que tudo é uma questão de gosto pessoal, eu recomendo - principalmente para aqueles que estão a procura de um anime leve.


Fantasia Cientifica

Fantasia científica


Fantasia científica é um gênero misto de narrativa que contém alguns elementos de ficção científica e fantasia. Ambos os gêneros e especialmente a fantasia, são eles mesmos pobremente definidos; conseqüentemente, a fantasia científica se furta ainda mais a uma definição.



Correspondência ao conhecimento científico

Uma definição apresentada para o gênero é que "a ficção científica faz o implausível possível, enquanto a fantasia científica faz o impossível plausível". O sentido disso é que a ficção científica descreve coisas improváveis que podem ocorrer no mundo real sob certas circunstâncias, enquanto a fantasia científica dá um verniz de realismo a coisas que simplesmente não poderiam acontecer no mundo real, sob nenhuma circunstância.

O problema desta definição é que ela nem depende tanto do que o mundo real é na verdade (sendo o conhecimento humano do que é possível, no máximo, uma aproximação) mas de concepções locais e temporárias sobre com o que o mundo real se parece. De acordo com esta definição, The World Set Free de H.G. Wells era "fantasia científica" em 1913, porque descrevia uma tecnologia não-conhecida naquela época, mas nos anos 1930, quando a fissão nuclear podia ser vislumbrada, o livro tornou-se ficção científica. No outro lado da moeda, sob esta definição, muitas das primeiras obras de "ficção científica" como as de Jules Verne, que quando foram escritas planejavam ser extrapolações plausíveis de tecnologias existentes, podem agora serem consideradas "fantasia científica" com base em sua impossibilidade: sabe-se agora que o canhão que lançou o Columbiad em Da Terra à Lua de Verne, é seguramente tão improvável em teoria quanto na prática. Todavia, ele é apresentado com o máximo de seriedade (pseudo-)científica: afinal de contas, não há nada de fantástico com o canhão.

Outro problema é que, usando esta definição, mais da metade de todas as histórias publicadas como "ficção científica" seriam finalmente classificadas como fantasia científica, por empregar pouco mais do que palavreado para explicar aspectos cientificamente impossíveis tais como viagem-mais-rápida-do-que-a-luz, viagem no tempo e poderes paranormais como telepatia.


Elementos do gênero

Para muitos usuários do termo, todavia, o estado corrente do conhecimento sobre o mundo é irrelevante. Para eles, "fantasia científica" é ou uma história de ficção científica (entendida como se queira) que afastou-se tanto da realidade que passa a "parecer" fantasia, ou uma história de fantasia que está tentando ser ficção científica. Enquanto estas são em teoria classificáveis como abordagens diferentes e por conseguinte gêneros diferentes (ficção científica fantástica contra fantasia científica), o produto final é, vez por outra, indistinguível.

O ditado de Arthur C. Clarke ("qualquer tecnologia suficientemente avançada é indistinguível da magia") indica porque isto é assim: um autor pode escrever uma fantasia usando magia de vários tipos, e ainda assim transformar a história em ficção científica postulando alguma tecnologia altamente avançada, ou ciência ainda desconhecida mas totalmente provável, como uma explicação de como a magia pode acontecer. Outro escritor pode descrever um mundo futuro onde a tecnologia seja tão avançada que se torne invisível, e seus efeitos poderiam ser classificados como mágicos, se forem somente descritos como tais.

Logo, não há nada intrínseco sobre os efeitos descritos numa dada história que lhe diga se ela é ficção científica ou fantasia. A classificação de um efeito como "fantástico" ou "ciência-ficcional" é uma questão de convenção. Hiperespaço, máquinas do tempo e cientistas são convenções da ficção científica; tapetes voadores, amuletos mágicos e magos são alegorias da fantasia. Este é um acidente do desenvolvimento histórico do gênero. Em alguns casos, eles se sobrepõe: teleporte por um raio transmissor de matéria é ficção científica, teleporte por encantamento é fantasia. Um dispositivo portátil de camuflagem que conceda invisibilidade é ficção científica; um Anel do Poder que conceda invisibilidade é fantasia. Comunicação entre mentes pode ser "psiônica" ou pode ser uma antiga arte élfica. O que importa não é o efeito em si mesmo (geralmente cientificamente impossível, embora nem sempre avaliado desta forma pelos autores) mas o universo maior que ele pretende evocar. Se este for de viagens espaciais e pistolas de prótons, é classificado como "ficção científica" e os termos apropriados (dispositivo de camuflagem, transmissor de matéria) são utilizados; se for de castelos, veleiros e espadas, é classificado como "fantasia", e falaremos de anéis mágicos e viagem por encantamento.

Traçar uma linha entre a ficção científica e a fantasia não torna as coisas mais claras pelo facto de que ambos os gêneros usam mundos inventados, criaturas inteligentes não-humanas (por vezes, em FC tanto quanto em fantasia, baseadas em mitos: Shambleau e Yvala de C. L. Moore, por exemplo) e monstros incríveis. É em grande parte a palavra do autor que nos diz que os livros da série Narnia de C.S. Lewis se passam num mundo de fantasia em vez de outro planeta, ou que os primeiros livros da série Pern de Anne McCaffrey são de temática extraterrestre e que os "dragões" não são realmente dragões.

Mesmo o arcaísmo, uma das marcas convencionais mais fortes da fantasia, não é uma característica distintiva infalível: um mundo arcaico de armas afiadas e fortalezas com ameias pode ser simplesmente outro planeta que resvalou para a barbárie, ou que nunca emergiu dela. Alguns dos livros de da série Darkover de Marion Zimmer Bradley (como "Rainha da Tempestade", por exemplo), representam tal tipo de mundo completo, com tecnologia-indistinguível-de-magia.

Histórico

O rótulo popularizou-se depois que muitas histórias de fantasia científica foram publicadas nos pulp magazines, tais como "Magic, Inc." de Robert A. Heinlein, "Slaves of Sleep" de L. Ron Hubbard e a série "Harold Shea" de Fletcher Pratt e L. Sprague DeCamp. Todas eram histórias relativamente racionalistas publicadas na revista Unknown de John W. Campbell, Jr., tentativas deliberadas de aplicar as técnicas e atitudes da ficção científica à fantasia tradicional e aos assuntos lendários.

Outras publicações também investiram no gênero. A The Magazine of Fantasy and Science Fiction publicou, entre outras coisas, quase toda a série Operation de Poul Anderson (menos a última parte). Henry Kuttner e C. L. Moore publicaram romances em Startling Stories, juntos e separados. Estes trabalhos estavam estreitamente relacionados com outros feitos para "varejistas" como a Weird Tales, tais como as histórias de "Northwest Smith" escritas por C. L. Moore.

A "Ace Books" publicou uma série de livros como "Fantasia Científica" nos anos 1950 e 1960. Muitos deles, tais como as histórias de Marte escritas por Leigh Brackett, são ainda consideradas como tal. Outras, tais como Conan, the Conqueror de Robert E. Howard (assim batizada pelo editor Donald A. Wollheim, e publicada originalmente numa edição "Ace Double", juntamente com Sword of Rhiannon de Brackett) ou os livros da série "Witch World" de Andre Norton, são considerados agora fantasia estrita. Mercedes Lackey discutiu este período em sua recente introdução a uma edição abrangente dos três primeiros livros da série "Witch World"; nos Estados Unidos daquela época, estas eram praticamente as únicas histórias que usavam este rótulo.


Subgêneros da fantasia científica

Terra agonizante
As histórias da série "Dying Earth" ("Terra agonizante") de Jack Vance são por vezes classificadas como fantasia científica porque a cosmologia neles utilizada não é compatível com aquela convencionalmente aceita pela ficção científica. Outras histórias neste subgênero, tais como os romances Viriconium de M. John Harrison ou "The Book of the New Sun" de Gene Wolfe são geralmente classificadas como fantasia científica.


Romance planetário
Veja o artigo principal: Romance planetário
O romance planetário, uma história montada principalmente ou totalmente sobre um único planeta e exemplificando seus cenários, povos nativos (caso existentes) e culturas, oferece considerável escopo para a fantasia científica, no sentido da fantasia racionalizada pela referência às convenções da ficção científica.

A Voyage to Arcturus do romancista David Lindsay, publicada em 1920, é um dos exemplos mais antigos deste tipo, embora diferencie-se da maioria de seus congêneres por não assumir um cenário ciência-ficcional de viagem interplanetária ou interestelar; é muito mais um tipo de romance filosófico, o qual usa um planeta alienígena como pano de fundo para a exploração de temas filosóficos. Além do Planeta Silencioso de C.S. Lewis (1938), é um exemplo do mesmo tipo de história, embora neste caso as preocupações sejam teológicas. Em ambos os casos, os elementos mágicos são parcamente racionalizados e, no caso de Lewis, permanecem em total contraste com as máquinas pseudo-científicas que enquadram a história.

As histórias da série "Northwest Smith" de C. L. Moore podem ser diretamente classificadas no campo da fantasia/horror, mas utilizam um enquadramento de Space Opera e várias racionalizações pseudo-científicas: deuses e monstros são poderosos alienígenas, por exemplo.

Algumas das histórias de Leigh Brackett passadas em Marte e Vênus podem ser consideradas como fantasia científica, especialmente aquelas que ocorrem em partes distantes e bárbaras dos planetas, tais como People of the Talisman e The Moon that Vanished. Outras histórias passadas no mesmo mundo contém muito mais tropos da ficção científica. Todas as histórias de Brackett implicam que uma explicação racional, científica, para coisas tais como ttransmissão de pensamentos e a capacidade de criar ilusões visíveis está disponível em algum lugar, mas as explicações são geralmente mais assumidas do que tentadas.

Os romances da série "Duna" de Frank Herbert são também classificados por alguns como fantasia científica, provavelmente porque o planeta Arrakis dispensa a maioria dos (mas não todos) ornamentos tecnológicos que convencionalmente marcam uma história como "ficção científica"; todavia, seus conceitos cientificamente impossíveis (como presciência e memória genética) foram matéria-prima da ficção científica covencional durante muitos anos.

Os romances da série "Pern" de Anne McCaffrey e as histórias sobre Darkover de Marion Zimmer Bradley são muito mais obviamente fantasia científica, principalmente o primeiro por sua escolha do dragão, ícone da fantasia, no centro das histórias, e o último porque o aspecto da mágica racionalizada é um tema dominante. Ambos compartilham o conceito de expedições perdidas e a muito esquecidas, oriundas da Terra, que popularam os respectivos planetas e com o passar do tempo, regrediram a um estado de vida quase-medieval.

Alguns exemplos deste tipo de fantasia científica nublam deliberadamente a já vaga distinção entre poderes paranormais da ficção científica e magia; por exemplo, em The Queen of Air and Darkness de Poul Anderson, na qual alienígenas usam poderes psiônicos de ilusão para imitar mitos terrestres de fadas - que são por sua vez tradicionalmente consideradas como ilusionistas mágicas.


FC transcendental
Algumas fantasias científicas usam mundos de fantasia com um mínimo de adornos da ficção científica, somente distinguíveis com dificuldade da fantasia padrão. Um exemplo antigo deste tipo é The Worm Ouroboros de Eric Rucker Eddison, cuja história transcorre nominalmente no planeta Mercúrio, mas um Mercúrio que é indistinguível sob qualquer forma de uma Terra de fantasia.

Na série "Witch World" de Andre Norton, o mundo de fantasia é apresentado como sendo parte de um Universo paralelo. Existem uns poucos elementos de ficção científica não essenciais nas primeiras histórias desta série, que ficaram ausentes das posteriores.

Os livros da série "Shannara" de Terry Brooks, representam o mundo de fantasia como o futuro distante de uma civilização tecnológica extinta (por conseguinte, compartilhando algumas características com o subgênero da "Terra agonizante").


Space opera
Normalmente, não se pensa em space opera como sendo fantasia científica, mas alguns exemplos invocam poderes paranormais vagamente explicados ou completamente inexplicados que se aproximam tanto da magia que são considerados por alguns como parte do gênero. Dentre estes, a série Lensman de E. E. Smith e a franquia Star Wars de George Lucas.


Espada e planeta
Muitos trabalhos de Edgar Rice Burroughs se encaixam nessa cayegoria, bem como aqueles de seus imitadores tais como Otis Adelbert Kline, Kenneth Bulmer, Lin Carter e John Norman. Eles são preponderantmente classificados como "fantasia científica" por causa da presença de espadas e, geralmente, de um sistema social aristocrático arcaico; os romances de Burroughs, todavia, são céticos em espírito e quase livres de elementos "fantásticos" não-racionalizados.


Outros subgêneros
A fantasia científica é utilizada algumas vezes para se referir a uma história de fantasia na qual os elementos fantásticos são apresentados como compatíveis com a ciência do mundo real, em contraste com fantasias na qual o fantástico precisa somente ter sua própria lógica interna. Um exemplo clássico é Three Hearts and Three Lions de Poul Anderson.

Um exemplo de fantasia científica na televisão é o desenho animado Visionaries: Knights of the Magical Light, o qual combinou numa visão coerente, ficção alienígena, espada e feitiçaria, magia, tecnologia e super-heróis. Outros exemplos são os mundos descritos na franquia "Mestres do Universo", no RPG Rifts, no jogo Warhammer 40.000 e no livro Croma, o Oráculo de Atlon .



Obtido em "http://pt.wikipedia.org/wiki/Fantasia_cientifica"

Manual 4 D&T

Manual 4 D&T

Não resisti! Portanto estou disponibilizando o Manual 4D&T para download.
Aproveitem

http://rapidshare.com/files/43664260/4d_t.rar.html

Observação: as paginas estão em formato jpg.

4D&T -Veiculo: SBB Yamato

SBB YAMATO - SPACE BATTLESHIP

ESCALA: kIODAI

FORÇA: 16 (+4)
DES: 10 (+0)
24DV (82PV)
CA: 12 (+2 armadura)
Deslocamento: 10

TALENTOS: Armadura Natural, Construção Sólida, Espacial*, Vôo, Hipersalto*, Usar Arma Simples, Usar Arma Comum x2, Usar Arma Exótica

ARMAS:
Baterias AA
(Pequena, Simples, De projeteis, Perfuração, Dano 1D-2)
Canhões de Impacto Anti-destróier
(Média, Comum, De projéteis, Perfuração, Dano 1D)
Canhões de Impacto Anti-naves
(Grande, Comum, De projéteis, Perfuração, Dano 2D)
Canhão de Ondas
(Enorme, Exótica, De projéteis, Energia, Dano 3D)

* Espacial (Novo Talento)
Este veiculo pode mover-se no espaço
Pré-requisito: Veiculo Beneficios: Este veiculo pode deslocar-se no espaço com sua velocidade normal, convertido para Km/s.


* Hipersalto (Novo Talento)
Este veiculo pode teleportar-se instantaneamente.
Pré-requisito: Veiculo, Espacial
Beneficios: Este talento transporta o veiculo (e qualquer criatura/máquina que o esteja tocando) instantaneamente para outro lugar num raio de 7 anos-luz + 12 anos-luz por Dado de Vida do veiculo. Iniciar um hipersalto exige uma ação (o mesmo que um ataque. Este talento não permite que o veiculo surja dentro de objetos sólidos: se o ponto e chegada escolhido não tiver espaço livre, o veiculo ressurgirá na area vázia mais próxima. Este talento pode ser usado 1 vez para cada 3 DV do veiculo por dia.


Captain Harlock Fan Film

Captain Harlock Fan Film

Não tenho nada a declarar, vou deixar que este video fale por si mesmo.



Space Opera

Space Opera



Space opera é um sub-gênero da ficção especulativa ou ficção científica que enfatiza a aventura romântica, cenários exóticos e personagens épicos.

História
Em 1941, Wilson Tucker chamou de "space opera" todo tipo de ficção científica aventuresca meio esgotada e eivada de clichês. A expressão seria melhor traduzida como "novela espacial", em analogia às melodramáticas radionovelas da época ("soap operas"), do que como "ópera espacial". Com o tempo a expressão foi abraçada para indicar as histórias de superciência - meio que de maneira a esvaziá-la do seu conteúdo pejorativo, como acontece com "cinema trash", por exemplo. Hoje, "space opera" é só mais um subgênero da ficção científica, com a sua própria evolução.
Uma ternura nostálgica pelos melhores exemplares do gênero de história que produziu "space operas" em seu sentido original, levou a uma reavaliação do termo. Ele é agora comumente usado para significar um conto de aventura espacial cuja ênfase está em personagens ousadamente delineados, drama e especialmente, ação.
Criadores das primeiras "space operas" neste segundo sentido foram E. E. Smith, com suas séries Skylark e Lensman; Edmond Hamilton; Jack Williamson; e posteriormente Leigh Brackett.
Os primeiros escritores de "space opera" não tinham, de facto, modelos reais ou experiência de vida com o espaço para se inspirar. Suas primeiras histórias, portanto, devem muito às narrativas de aventura existentes e a ficção pulp dos anos 1920-1940; marcadamente, histórias da fronteira do Velho Oeste norte-americano, e histórias com cenários exóticos, como a África e o Oriente. Existiam freqüentemente paralelos entre veleiros e espaçonaves, entre exploradores da África e exploradores espaciais, entre piratas e piratas espaciais.
A revista Galaxy tinha um anúncio em sua quarta capa que dizia, "You won't find it in Galaxy" ("Você não encontrará isso na Galáxia"), o qual marcou os primórdios de histórias fantásticas que traçavam um paralelo entre o faroeste e as histórias de FC, apresentando um personagem chamado Bat Durston. Destes anúncios surgiu o termo "Bat Durston" para se referir a um sub-gênero disseminado das "space operas", os "faroestes espaciais", que meramente substituíam os acessórios da FC por aqueles do Velho Oeste.

Características
Uma "space opera" geralmente se situa no espaço exterior ou num planeta distante. Em muitos casos, para manter a história num passo acelerado, uma espaçonave pode voar distâncias quase ilimitadas num curto espaço de tempo e pode mudar de rumo com imensa facilidade, sem a tediosa necessidade da desaceleração.
Os planetas geralmente possuem atmosferas similares à da Terra (a Lua da Terra é uma exceção) e formas de vida exóticas. Os alienígenas geralmente falam inglês, algumas vezes com sotaque. As máquinas em "space operas" freqüentemente incluem (além das espaçonaves), armas de raios, robôs e carros voadores.
O plano de fundo de uma "space opera" pode variar consideravelmente em plausibilidade científica. A maioria das "space operas" violam convenientemente as leis conhecidas da Física postulando algum tipo de viagem-mais-rápida-que-a-luz. Muitas "space operas" divergem ainda mais da realidade física conhecida, e não raramente invocam forças paranormais, ou vastos poderes capazes de destruir planetas, estrelas e galáxias inteiras..
A profundidade do desenvolvimento de personagens e as descrições podem também variar nas "space operas".
Lois McMaster Bujold e Iain M. Banks escrevem "space operas" com um grande quinhão de interesse humano. Alguns críticos e fãs se recusam a usar o termo 'space opera' para um trabalho com caracterização bem desenvolvida. Ambos os lados deste debate têm sido detalhados num fórum da Usenet, em rec.arts.sf.written.

- Definições por contraste

Space opera" e romance planetário
Alguns críticos diferenciam entre "space opera" e romances planetários. Onde a "space opera" se desenvolve tanto do faroeste quanto das tradições das aventuras no mar, o romance planetário se desenvolve a partir da tradição do mundo ou civilização perdidos. Ambos apresentam aventuras em cenários exóticos, mas a "space opera" enfatiza a viagem espacial, enquanto os romances planetários se concentram nos mundos alienígenas.
Sob este aspecto, os cenários marcianos, venusianos e lunares das histórias de Edgar Rice Burroughs seriam romances planetários (e dos mais antigos), bem como as histórias com Eric John Stark, de Leigh Brackett, sob influência de Burroughs e incialmente passadas em Marte, mas o roteiro de Brackett para The Empire Strikes Back ("O Império Contra-Ataca") pertenceriam à "space opera", assim como a maior parte do trabalho do seu marido (e colaborador freqüente), Edmond Hamilton. Em anos recentes, obras como a série Majipoor
de Robert Silverberg tem feito com que o romance planetário tenha se aproximado mais da fantasia do que da ficção científica.

FC Hard e "space opera"
"Space opera" também pode ser colocada em contraste com a "Ficção científica Hard", na qual a ênfase está nos efeitos do progresso tecnológico e das invenções, e onde os cenários são cuidadosamente trabalhados para obedecer as leis da ciência. Não há, todavia (de acordo com alguns), uma divisão clara entre a FC "hard" e a verdadeira "space opera". Muitos dos romances para adolescentes de Robert A. Heinlein, tais como Starship Troopers e Star Trek, são vistos por seus fãs como pertencentes aos dois sub-gêneros.

"Space opera" e FC militar
Um sub-conjunto da "space opera" se sobrepõe à Ficção científica militar, concentrando-se em batalhas espaciais em larga escala com armas futurísticas (exemplo: a série Honor Harrington de David Weber). Em tais histórias, o tom militar e a tecnologia do sistema de armas podem ser levados muito a sério. Em um extremo, o gênero é usado para especular sobre guerras futuras envolvendo viagem espacial, ou os efeitos de tais guerras; em outro, consiste no uso de tramas de ficção militares com alguns adereços superficiais de FC.

A nova "space opera"
Começando com The Centauri Device de M. John Harrison em 1975 e seguindo um editorial de 'chamado às armas' na Interzone, certo número de escritores, principalmente britânicos, começaram a reinventar a "space opera". Esta nova "space opera", evoluiu por volta da mesma época que o cyberpunk emergiu e foi influenciada por ele, é muito mais sombria, afasta-se do padrão de 'triunfo da humanidade' da "space opera", envolve tecnologias mais novas e tem uma caracterização mais forte do que a antiga "space opera". Ela o faz, embora conserve a escala interestelar e a grandeza da "space opera" tradicional. A nova "space opera" é, em conseqüência, cientificamente rigosora enquanto ambiciosa em escopo. Entre os praticantes da nova "space opera" estão Iain M. Banks, Alastair Reynolds, Stephen Baxter, Paul McAuley, John Clute, Charles Stross, M. John Harrison, John C. Wright e Ken MacLeod.

Paródias
Em sua história de 1965 Space Opera, Jack Vance parodia o gênero escrevendo sobre uma companhia operística interestelar que leva cultura para mundos desprovidos dela. Harry Harrison e Douglas Adams também parodiaram clichês da "space opera", por exemplo no "The Hitchhiker's Guide to the Galaxy": "...homens eram homens de verdade, mulheres eram mulheres de verdade, e pequenas criaturas peludas de Alpha Centauri eram pequenas criaturas peludas de Alpha Centauri.".

- Outras mídias


No Mangá, possivelmente a série mais ambiciosa e duradoura de "space opera" é a Five Star Stories.
A maior parte da ficção científica na televisão e filmes, de Star Trek(com varios elementos hard) a Battlestar Galactica são "space operas".
O Animê também produziu muitas "space operas", notadamente Cowboy Bebop, Trigun, a série Gundam, a série Macross/Robotech e suas derivadas, Crest of the Stars e Legend of the Galactic Heroes. A mais conhecida no Brasil, contudo, é Star Blazers, exibida na televisão aberta nos anos 1980.

Obtido em "http://pt.wikipedia.org/wiki/Space_Opera"

Dois Dedos de Prosa sobre Folhetim

Dois Dedos de Prosa sobre Folhetim



Material da antiga lista do projeto SciPulp, produzido pelo Lancaster

O que é, essencialmente, um folhetim? O formato surgiu no boom da revolução industrial - e podemos defini-la, sim, como literatura industrial. Feita para sair todos os dias nos jornais, em capítulos, com o objetivo de prender o leitor numa época onde não haviatelevisão ou rádio.

Qual a diferença do romance-folhetim para os romances que são publicados em folhetins? O romance-folhetim já é pensado para o formato, para ser picotado. Ele é todo cheio de ganchos e golpes dramáticos que ajudam a conduzir a trama. Vamos dar uma olhada MUITO superficial no que é um folhetim.

GOLPES DRAMÁTICOS: O folhetim é a estrutura básica onde gente como Alexandre Dumas fez a fama: diálogos chaves, eventos dramáticos, personagens tipificados(ora, convenhamos: o D'artagnan é o protótipo do garoto que sai de casa para se tornar mais forte com uma arma que a gente vê nos mangás de hoje). Dumas, aliás, foi quem consolidou a
forma. Homem de teatro, ele sabia da necessidade de golpes dramáticos que virassem o tapete da trama o tempo todo para manter o público interessado.

Pode se dizer que o folhetim é uma máquina literária de manter o interesse. Todas as narrativas longas necessárias para o entendimento do cenário e dos personagens são dadas logo de cara - para que o leitor não seja obrigado a aturar longas explicações que o façam dormir lá tarde. Em uma ficção científica pulp isso é essencial, porque além de se introduzir um personagem, você introduz um mundo.
Mesmo assim, no primeiro capítulo, você tem que logo quebrar a monotonia do "e foi assim que se formou a confederação dos planetas" com um evento que estabeleça um ponto dramático. No começo do segundo volume da série rocambole, iniciamos com a descrição dos domínios do conde bonzinho e sua esposa, somos apresentados a sua vida pregressa graças ao narrador, sabemos que o sujeito tem um bando de agentes secretos e de repente, pimba, surge um homem semimorto caído no meio do caminho e ele era o vilão do primeiro livro, num estado lastimável!
A partir daí, não precisamos saber mais nada, e os eventos se sucedem em profusão!

O PROCESSO DO ENQUANTO: Basicamente sua estrutura é definida pela forma: o fragmento de história suspende a ação no final, que prossegue no dia seguinte. As tramas são movidas pelos eventos dramáticos e sempre se adicionam novas tramas paralelas desencadeadas pela trama principal, e que só vão se reunir a ela no final. Qualquer semelhança com uma novela não é mera coincidência - a telenovela é filha da radionovela e neta do folhetim. Como a história não pode parar, o que temos é o que se chama de "processo do enquanto", e tudo tem que ser jogado para a frente por evento numa encheção de lingüiça que a gente nem liga, porque nos diverte. No entanto, você não pode encher linguiça para sempre. Tem que se haver a ilusão de que as coisas acontecem, e para que isso aconteça, tem que se haver uma virada de evento que sacuda todo o status quo da trama. De três ou quatro capítulos o cenário é mudado, os fatos são alterados, o leitor não pode ter certeza mais de nada e continuar acompanhando para ver como os protagonistas vão se livrar da profusão de nós que eles terão que desatar e que se acumulam contra eles. O final de cada capítulo tem que ser dramático o suficiente para que o leitor queira continuar acompanhando. No meu fanfic de Nadia, que estou mandando o link -
http://www.guaruhara.hpg.ig.com.br/nadia_fic.html - eu fecho o segundo capítulo com um tiro disparado contra a heroína. O primeiro capítulo é fechado com uma declaração dramática - os amigos do herói confirmam um fato desconfortável que muda a ótica com a qual os encaramos. O importante é manter o leitor lendo e lendo!

(Notem que isso é muito parecido com os ganchos das velhas revistas de super-heróis).

Os golpes dramáticos decorrentes da trama principal simplesmente despertam a curiosidade do leitor e desviam sua atenção um pouco da estrutura principal, que poderia acabar rápido demais dessa forma. Qualquer coisa pode ajudar nesse sentido. Uma dessas soluções é a "Lei Dashiell Hammett": Se você não sabe para onde conduzir uma história, faça que um bando de homens armados entre porta adentro; você agitou tudo e depois arruma uma explicação.

PRETO E BRANCO: Os personagens tem que ser tipificados. Qualquer aprofundamento tem que ser ilusório. Há um motivo prático para isso.
Sem o aprofundamento ilusório, o personagem se torna tão raso que não desperta empatia nenhuma. Se ele for verdadeiramente profundo, essa profundidade se torna um buraco negro que puxa a história em sua direção. O mangá rurouni kenshin é um exemplo perfeito disso. Todo mundo tem uma mais ou menos trágica para justificar o que se tornaram.
Mas os personagens continuam tipificados: Kenshin é o cavaleiro andante que luta pelos oprimidos, Kaoru é a mocinha geniosa mas que no fundo tem o coração feito de sorvete, Yahiko é o garoto que quer se provar como um forte mas tem um longo aprendizado, Sanosuke é o típico "durão com coração de ouro" e por aí vai. As histórias só servem para que criemos empatias e aceitemos esses personagens como reais.
"Aceitemos" não quer dizer que eles sejam.

E não precisam. Um dos melhores exemplos desse tipo de objetividade está nas bancas: Peach Girl. Os personagens que não têm importância ou não tem nome(como os pais da mocinha) ou não existem. Alguém sabe o nome do professor? E Peach Girl segue a mesma estrutura de folhetim, mas na sua vertente mais feminina, onde uma garota malvada de cabelos escuros torna a vida de uma doce mocinha loura um inferno. As artimanhas da pérfida Sae contra a pobre Momo são as artimanhas de uma pérfida malvada contra uma pobre moça, e as personagens não são mais do que isso! Mas para o bem da história elas não precisam ser mais do que isso. E no entanto adoramos Momo, e adoramos odiar Sae!

Essa dupla "introduz" um dado novo aqui: o jogo de difamação é perigosamente plausível. Ou seja, é fácil para uma garota se identificar com a Momo. E projetar em alguma garota canalha a figura da Sae - quer algo melhor do que comparar alguém que detestamos com
alguém que sabemos mas nem desconfiamos saber que não é humano?
Ou seja, os personagens tem que ser irreais, maniqueístas, para servir de engrenagem para a estrutura narrativa da qual fazem parte. Mas não podem ser tão irreais que o público não se identifique com elas, porque a empatia é fundamental.

Um personagem real demais não desperta empatia porque ele mergulha num mundo que é só seu.

Isso é só para começar. Alguém tem mais a que acrescentar?

A Princesa e o Cavaleiro OP

A Princesa e o Cavaleiro Op



Ainda dentro do espírito de propaganda de meu e-book aqui vai uma rariddade; a abertura de "A Princesa e o Cavaleiro".




Sem mais,

A Princesa e o Cavaleiro

A Princesa e o Cavaleiro


A princesa e o cavaleiro (Ribbon no Kishi) é um mangá e anime de Osamu Tezuka que narra as desventuras da princesa Safire do Reino da Terra de Prata. O mangá foi publicado em três versões de 1954 a 1966 e o anime exibido em 1967 no Japão. O mangá tem forte inspiração nos temas e estilos dos musicais do Teatro de Takarazuka a que Tezuka assistia em sua infância. O próprio Ribbon no Kichi criou um gênero inédito no mundo, o de quadrinhos que tem como público alvo às meninas (chamado shoujo) e estabeleceu muitos dos temas dos shoujos posteriores. O sucesso foi tanto que houve até uma radionovela produzida na época. A série também foi um dos primeiros animes coloridos produzidos.

"Porque ele está falando deste desenho?", o leitor pergunta. Ora tudo isso é para eu fazer propaganda de meu e-book ai do lado - viram a imagem da capa com a Safire?.Então, este e-book contem dois fanfics escritos por mim há algum tempo - portanto não é material inédito, pois se você der umas voltas por sites de fanfics acabara esbarrando em algum eles.

Mesmo assim vamos prestigiar, ok ^_____^.

Baixem o livro, dediquem alguns minutos lendo-o e não se esqueçam de deixar um comentário.


Atenciosamente,

Yamato 2520

YAMATO 2520

Yamato 2520 surgiu lá pela metade da décade de noventa do século passado como uma tentativa de ser uma continuação do clássico "Space Battleship Yamato" (1975- 1983). Ele foi idealizado por Hironobu Nishizaki - produtor da série antiga - mas sem o caracter / mechanic desinger do Matsumoto - para esta função ele chamou Sed Miadows - mechanic designer de "Blade Runner". Ao todo sairam somente dois OVAS - o prólogo e o primeiro capitulo da saga.
Fora isso e o plot inicial - habitantes de planeta oprimido por nação alienígena resgata encouraçado espacial e partem em direção da Terra - não conseguia saber mais nada sobre esta série. Há algum tempo tive acesso a uma resenha feita pelo pessoal do falecido SYB, mas ela me pareceu de tal forma impregnada por altas doses de saudosismo que minha tendência é não levá-la em consideração.
Mesmo assim continuei sem ver nada da série - uma animaçãozinha por menor que fosse. Pelo menos até agora, pois acabei de achar este video no yutube.
Ao que tudo indica é a batalha de introdução da série e pelas cenas dá se ver a qualidade da animação - mesmo com mais de dez anos. O estilo da batalha faz referencia a star wars, principalmente se lembrarmos da batalha sobre Coruscant no Episodio III, mas ao contrário dum comentário que li anteriormente gostei das cenas - estão bem ao gosto dos atuais telespectadores.
No mais, curtam o vídeo e se eu encontrar mais alguma coisa de Yamato 2520 podem ter certeza que porei aqui, para assim podermos ter uma idéia melhor desta tentativa "fracassada" de resssucitar um clássico da Space Opera.




Uma batalha espacial impressionante !!!

Scarium Magazine 19

Scarium Megazine 19



Olá a todos,
A Scarium Megazine lança mais uma edição. Esta edição de numero 19 é uma homenagem aos antigos pulps de ficção científica. Uma edição com somente contos de aventura e ação, uma edição voltada para a FC e o talento do Gabriel Boz deu a feição e o corpo deste número. A capa ficou a cargo de Emir Ribeiro, o autor da Velta.Finalmente, nesta edição o resultado do III Concurso de Contos da Scarium. Primeiramente divulgado na edição impressa e no futuro colocaremos on line.Leia mais em http://www.scarium.com.br/ .

Algumas Séries que Assisti

Algumas Séries que Assisti


Deixe-me falar de algumas séries que assisti durante está semana:
Honey e Clover: série que conta os encontros e desencontros de um grupo de universitários. Série bacana que venho acompanhando episodio a episodio.
Futakoi Alternativo: Não tem nada a ver com a série original (futakoi) a não ser a alta concentração de gemeas. Aqui temos um detetive e suas auxiliares gemeas resolvendo casos intrigantes (assim eu acho, porque nos três episódios que assisti ninguém resolveu caso nenhum). É uma série aloprada com correrias, tiroteios, explosões e muitas adolescentes bonitas.
Code Geass: Está aqui possui caracter designer do Clamp e só. É uma série cheia de intrigas politicas e cujo personagem principal é movido por um desejo de vingança que não lhe permite conhecer idealismos. "Um mundo não pode ser mudado só com palavras bonitas", é uma frase do personagem principal - dita enquanto comete um assassinato a sangue frio. Bem interessante.
Alice Rondo: Mahou Shoujo onde garotas lutam entre si para roubarem uma da outra seus segredos mais vergonhosos tendo como objetivo final o término de uma obra inacabada de Alice (aquela mesma de Alice no Pais das Maravilhas). Não assisti mais do que o primeiro episódio então não posso comentar nada a não ser o fato de que é bem cruel roubar e ler a força os segredos mais vergonhosos das pessoas!
Kashimaro - Girls met Girls: Bonito anime de romance com certa carga Yuri. Após ser atropelado por um ovni (?!) acaba retornando a vida como menina (?!!) A partir dai começam suas desventuras envolvendo as garotas que gostam dele - que parecem não se importam com fato dele ter se transformado numa menina. Anime gostoso de se assistir.
Mugen no Revius: anime espacial cheio de mistérios. Do mesmo criador de S.cri.ed ( sem muitos comentários pois tenho apenas os primeiros episódios e neles não se revelou nada)Estes foram os animes que assisti esta semana, pelo menos aqueles que assisti mais de um episódio.


Inté

Oração do Viciado em Internet

ORAÇÃO DO VICIADO EM INTERNET

Satélite nosso que estais no céu
Acelerado seja o vosso link
Venha a nós o vosso textoSeja feita a vossa Conexão
Assim no virtual, como no Real
O download nosso de cada dia nos dai hoje
Perdoai a Coca Cola com Red Bull sobre o teclado
Assim como nós perdoamos os nossos provedores
Não deixeis cair a conexão
E livrai-nos de todos os vírus
Amém
Testando

testando,1,2,3...